2 de setembro de 2014

Bispo Edir Macedo ensinando como roubar os fiéis

Este video e muito antigo Muito, antigo tambem a Ignorancia do povo que continua a doar e ouvir essa corja de lobos

As Técnicas de Extorsão da Igreja Universal do Reino de Deus

As Técnicas de Extorsão da Igreja Universal do Reino de Deus Como_roubarAs Técnicas de Extorsão da Igreja Universal do Reino de Deus. O artigo 171 do Código Penal Brasileiro, classifica como crime de estelionato, entre outras coisas: "Obter, para si ou para outrem, vantagem ilícita, em prejuízo alheio[..] Quem: vende, permuta, dá em pagamento ou em garantia coisa própria inalienável". O artigo 158 do mesmo código cita ainda: "Constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, e com o intuito de obter para si ou para outrem indevida vantagem econômica, a fazer, tolerar que ser faça, ou deixar de fazer alguma coisa." Durante fevereiro de 1999 à outubro de 2000, eu me vi no meio de uma grande quadrilha de estelionatários, pessoas que, inescrupulosamente abusam da fé do povo, usam da bíblia como instrumento de extorsão, como garantia das bênçãos, que são, oportunamente trocadas por gordas ofertas. Como pastor da Igreja Universal do Reino de Deus, eu presenciei pastores serem lançados a rua, por simplesmente não conquistarem suas metas financeiras. Vi membros perderem seus bens, sua família, até a vontade de viver, depois de darem seu "tudo" em determinadas campanhas da instituição. A cada dia, mais e mais pessoas caem nas ambiciosas garras da quadrilha de Edir Macedo, Romualdo Panceiro, Carlos Rodrigues e Marcelo Crivela. Homens que pouco, ou nada se importam com a situação emocional dos dois milhões de fieis de seu pequeno banco imobiliário. O importante, é, antes de tudo, tirar-lhes até o ultimo centavo, depois disso, assumem a confortável situação de, delegar a um Deus a responsabilidade pelo sucesso dos ofertantes.

29 de outubro de 2012

Pastor é preso acusado de estuprar obreiras e fazê-las beber "esperma de Deus" Cleyson Alves de Souza é acusado de abusar de duas adolescentes, uma de 15 e outra de 17 anos
Cleyson Alves de Souza, de 37 anos (foto: Divulgação) Um pastor de 37 anos foi preso pela polícia de Manaus (AM), acusado de estuprar duas obreiras, uma de 15 e outra de 17 anos. Segundo as investigações, Cleyson Alves de Souza dizia que ejaculava “esperma de Deus”. As informações são do Correio de Alagoas. As vítimas afirmaram que Cleyson prometia ajudar no desenvolvimento da forma física por meio do sexo e as levava para o motel, onde eram violentadas. As jovens também tinham de engolir o “esperma de Deus” ejaculado pelo pastor, pois ele afirmava que aquilo era necessário para suas almas serem purificadas. A Depca (Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente) pediu à Justiça na semana passada prisão preventiva do acusado, após ter recebido a denúncia das adolescentes, que alegam não ter delatado o crime antes porque ele as ameaçava de morte. Segundo a delegada Linda Glaúcia, Cleyson também se passava por policial. Uma das vítimas contou que o pastor afirmava poder ter o corpo da fiel que quisesse por ser pastor e que ele incitava a prática de atos libidinosos mostrando vídeo de um menino de 11 anos sendo violentado com um cabo de vassoura. O pastor foi preso quando pregava na Igreja Pentecostal Deus Altíssimo, na região centro-oeste da cidade. A polícia soube que ele estava ali por intermédio de uma denúncia anônima.
O que a igreja teria a aprender com "Avenida Brasil"?
Hermes C. Fernandes Hoje vai ao ar o último capítulo da novela que tornou-se febre em todo o Brasil. Mesmo quem não assiste, provavelmente já ouviu falar de Carminha, Nina, Tufão, Leleco, Cadinho e outros dos seus marcantes personagens. Não dá pra ficar alheio. Todo mundo comenta. Seja na fila do Mercado, no Banco, no Táxi, no Aeroporto, até na igreja, e, principalmente nas redes sociais. A despeito dos valores distorcidos que são passados através deste folhetim global, temos que examinar a razão de tamanho sucesso. O ministério das Minas e Energia mandou reforçar a produção de eletricidade, temendo que haja um apagão durante ou após a exibição da novela, devido ao pico de luz ocasionado pelos milhões de aparelhos de TV que estarão ligados em seu horário. Será devido à trama bem costurada do autor? Acredito que não. Qualquer espectador mais atento perceberá vários furos na trama. Será o carisma e a atuação impecável do elenco? Também acho que não, apesar de reconhecer que alguns deles se sobressaíram, principalmente Adriana Esteves no papel de Carminha. Pra se ter uma ideia, foi a primeira que as pessoas se referiam à novela pelo nome de sua protagonista. Ninguém dizia: Vou assistir à Avenida Brasil, e sim: Vou assistir à Carminha. O fator preponderante responsável pelo sucesso de Avenida Brasil é a sua identificação com a classe C. O autor João Emanuel teve o mérito de captar as diversas nuances da nova classe média brasileira, expressando-as em suas personagens. Houve uma renovação na linguagem, antes destinada à classe B. Quando o Brasil parava para assistir a trama, no fundo, o Brasil parava para assistir a si mesmo. Nada como ri de si mesmo, chorar com os dilemas do cotidiano, enxergar-se nas personagens. O subúrbio deixou de ser o cenário do núcleo pobre na novela, para ser o cenário principal. O que antes era passado de forma caricata, agora tornou-se cult. Em vez da vida imitar a arte, foi a arte que imitou a vida. O que temos a aprender com isso? Muito! Precisamos diminuir a distância entre o púlpito e os bancos. Pastores precisam deixar sua linguagem abstrata, rebuscada, ou recheada de clichês do nosso evangeliquês, e ir ao encontro do homem comum, e suas próprias expressões idiomáticas. O púlpito precisa deixar de ser a vitrina onde expomos nossa erudição, para ser a plataforma de onde anunciamos as boas novas do Reino, ao passo que denunciamos as mazelas da nossa sociedade. Nossos sermões precisam fisgá-los desde o primeiro minuto, levando-os a refletir, questionar, arrazoar, para então, acolher, crer e praticar. A cada término de culto, deve ficar aquele gostinho de "quero mais", e os anúncios devem soar como um "a seguir, cenas do próximo capítulo". Não basta contar histórias bíblicas. Temos que introduzir nossos ouvintes na trama. Fazê-los reviver aquilo em suas mentes. Conectar a narrativa com a vida cotidiana. Mostrar-lhes o quão atuais são as Escrituras. É a maneira como as apresentamos que as torna aparentemente obsoletas. Alguns pastores cancelaram o culto de logo mais, achando que a frequência seria diretamente afetada pela novela. Outros fizeram sérias advertências para que o povo não se ausentasse. Não duvido que alguém tenha até considerado exibir o último capítulo da novela no telão da igreja para atrair a audiência ao culto. Penso que jamais cederíamos a tal preocupação se nossos sermões fossem mais relevantes, e igualmente comentados durante a semana, atraindo sempre gente nova para ouvi-los. Precisamos ensinar nosso povo a amar a Palavra de Deus, desprezando qualquer coisa que ouse rivalizar-se com ela ou relativizá-la. A propósito, quem foi que matou o Max, afinal? rs
Quem vai me impedir de assistir a novela "Salve Jorge"?
Hermes C. Fernandes Está marcada para hoje a estreia da nova novela das 9 na Rede Globo de Televisão. Imagino a tensão que deve envolver o lançamento de uma novela para substituir um fenômeno como foi “Avenida Brasil”. Não bastasse isso, eis que surge nas redes sociais uma campanha de boicote ao folhetim. De acordo com os promotores da campanha, o título da novela seria um insulto aos evangélicos, pois implicaria numa invocação a Ogum, entidade venerada por cultos afro-brasileiros, que graças ao sincretismo, é identificada com Jorge da Capadócia, ou simplesmente, São Jorge, santo da devoção católica. Alguns chegam a sugerir que assistir a “Salve Jorge” poderia atrair maldições. Em se tratando de marketing, creio que Rede Globo deu um tiro no pé. Não dá pra prescindir da audiência de 40 milhões de evangélicos. A Rede Record agradece! É claro que alguns pastores se aproveitarão para tentar incrementar a frequência dos seus cultos, abalada nas últimas semanas de “Avenida Brasil”. Nada mais eficaz do que usar o medo para coibir que os crentes deem audiência à nova novela. Prefiro ficar fora deste tipo de campanha, por entender que qualquer que seja nossa postura, deve ser fruto de uma consciência bem resolvida e não de um boicote idiota, bem ao estilo do promovidos pelos crentes americanos aos produtos da Disney. Isso revela o grau de imaturidade e alienação em que a igreja brasileira se encontra. Quem imagina que isso seja um fenômeno recente no cristianismo, deve checar suas fontes. A igreja em Colossos sofreu o assédio deste tipo de fundamentalismo. Paulo, como defensor da liberdade cristã, combateu-o ferozmente. “Tende cuidado”, adverte o apóstolo, “para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo”. E argumenta: “Se estais mortos com Cristo quanto aos rudimentos do mundo, por que vos sujeitais ainda a ordenanças, como se vivêsseis no mundo, como: Não toques, não proves, não manuseies? (estou certo de que se fosse hoje, ele incluiria “não assistas”). Todas essas coisas estão destinadas ao desaparecimento pelo uso, porque são baseadas em preceitos e ensinamentos dos homens. Têm, na verdade, aparência de sabedoria, em culto voluntário, humildade fingida, e severidade para com o corpo, mas não têm valor algum contra a satisfação da carne” (Cl.2:8,20-23). Ninguém tem o direito de meter-se na vida privada do seu semelhante, prescrevendo o que deve ou não ser assistido, consumido, ouvido, etc. Cada qual deve avaliar por si mesmo. Para isso, temos recebido o Espírito Santo de Deus. Se eu estiver em casa, e a novela estiver sendo exibida, nada me impede de parar e assisti-la. Se chegar alguém na hora, não vou trocar de canal. “Pois por que há de a minha liberdade ser julgada pela consciência de outrem?” (1 Coríntios 10:29). Foi para a liberdade que Cristo nos libertou! Caso eu resolva não assistir, terei minhas próprias razões. Não será por medo de maldição. Nem por boicote que serve aos interesses da emissora concorrente. Não sou obrigado a assistir, tampouco obrigado a não assistir. Minha consciência que decidirá. Quanto ao título do folhetim, não me causa qualquer mal-estar. Basta conhecer um pouco a história de Jorge da Capadócia para se dar conta de quem foi um homem temente a Deus, que morreu por amor ao Evangelho e por posicionar-se contrário à idolatria. Também não estimulo ninguém a ausentar-se do culto para assistir a qualquer que seja a novela, seriado, filme, ou mesmo, algum programa evangélico. O culto ao Senhor é insubstituível. Quem se banqueteia com o Senhor jamais vai trocar o pão que vem do céu por um prato de lentilhas azedas. Um povo bem alicerçado na Palavra saberá ver de tudo, retendo somente o que for bom. Somos pastores, não xerifes ou censores. Nosso papel é ensinar e ser exemplos, não policiar e cercear a liberdade daqueles que nos foram confiados. fonte : genizah